Ter filhos é conhecer bem aquela sensação apertada no estômago: dizes que não, manténs um limite, não voltas atrás nas consequências - e, de repente, passas a ser o inimigo dentro da tua própria sala. É precisamente aí que começa uma parte da parentalidade de que quase ninguém fala com franqueza: a solidão profunda que aparece quando fazes o que é certo e, mesmo assim, te sentes péssimo.
Quando a boa parentalidade parece errada (ser pai/mãe)
O primeiro instante em que o teu filho te fita com uma raiva nua ou um choque total não se esquece. Definiste uma fronteira clara: acabou o telemóvel, não há mais um vídeo, não vais à festa, não há explosões sem consequências. Nesse segundo, não és o pai carinhoso nem a mãe compreensiva - és o estraga-prazeres.
E depois há:
- Portas a bater com força
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